Forte fluxo de estrangeiros continua.

Ontem o dia foi novamente marcado pela forte entrada de capital estrangeiro, fato que levou o Ibovespa a mais um recorde e que derrubou mais uma vez as cotações do dólar.

Segundo grandes bancas o fluxo não ficou focado apenas no mercado acionário, boa parte  veio atras da renda fixa afim de aproveitar a Selic em 15% ao ano.

Vale destacar que o movimento foi mais intenso no período da tarde, pela manhã os investidores estavam com olhares voltados para o PIB e os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos.

O PIB do último trimestre de 2025 dos Estados Unidos ficou ligeiramente acima das expectativas dos mercados, o índice marcou uma alta de 4,4%.

Porém o fato que ainda mexeu com os mercados foi o recuo de Donald Trump com relação a uma invasão militar na Groelândia e a retirada das novas tarifas que havia insinuado a oito países europeus.

A grande pergunta agora é até onde vai o rally dos estrangeiros aqui no Brasil.

Na China, o Banco Popular mexeu na paridade entre Yuan e Dólar, a paridade agora é fixada em 6,9929 yuans por dólar, a menor em mais de três anos, indicando assim que postura mais frouxa do BPC.

O Ibovespa fechou o dia aos 175.589 pontos com alta de +2,20%.

O dólar fechou o dia cotado em 5,285 com queda de -0,71%, é a taxa mais baixa desde 11 de novembro de 2025.

O índice DXY trabalha em baixa de -0,03% aos 98.180 pontos.

Os índices acionários europeus e os futuros norte-americanos trabalham em baixa nesta manhã.

Os preços do petróleo trabalham em alta de +1,55% na média.

O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens às 11h:30.

AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações

EUROPA: PMI de serviços e composto (06:00h), discurso da Presidente do BCE (07:00h).

EUA: PMIs de serviços e industrial (11h:45), expectativa inflacionária  e de confiança do FED de Michigan (12:00h).

BOLSAS DE VALORES

ÁSIA: Shanghai: +0,33%, Hong Kong: +0,45%, Tokio: +0,35%.

EUROPA: trabalham em baixa de -0,42% na média.

EUA índices futuros: trabalham em baixa de -0,24% na média.