Volta do feriado por ser tensa.
Os mercados norte-americanos voltam a funcionar normalmente hoje depois do feriado de Martin Luther King Jr.
Pelo que se observa nos indicadores futuros dos Estados Unidos, a volta promete ser tensa, os índices acionários recuam mais de 2% agora pela manhã.
Hoje será o primeiro dia útil dos mercados norte-americanos após a ameaça de Trump de taxar oito países europeus em 10%, podendo chegar em até 25% em junho, caso não haja consenso com relação ao território da Groelândia.
Os países europeus ameaçam com retaliação tarifaria e suspensão de importação de produtos norte-americanos, e esse movimento eleva a volatilidade nos mercados, principalmente o acionário.
A aversão ao risco se faz presente nas bolsas de valores mundo afora, no continente asiático as bolsas fecharam em sua grande maioria no vermelho, e o movimento se repete na Europa.
Fora as tensões entre os Estados Unidos e Europa, existe a forte expectativa de que Suprema Corte dos Estados Unidos finalize essa semana o entendimento sobre do tarifaço de Donald Trump.
Aqui no Brasil, mesmo com o recesso parlamentar, cresce a tratativa para instalação de uma CPMI para investigação da liquidação do Banco Master e os possíveis prejuízos causados para o Banco estatal BRB.
Refletindo uma abertura com a aversão ao risco, o índice DXY cai quase 1% agora pela manhã, o índice está sendo cotado em torno de 98,355 pontos.
Aqui no Brasil o dólar continua estagnado entre 5,36 e 5,39, ontem a divisa norte-americana fechou cotada em torno de 5,37 com leva queda de -0,09%.
O Ibovespa fechou em alta de +0,03% aos 164.849 pontos.
Os preços do petróleo trabalham em alta de +0,12% na média.
O Bacen irá realizar leilões de swap cambial para fins de rolagens às 11h:30.
AGENDA ECONOMICA: Principais divulgações
EUROPA: percepção econômica, dados do setor de construção (07:00h).
EUA: variação semanal de empregos (10h:15).
BOLSAS DE VALORES
ÁSIA: Shanghai: -0,01%, Hong Kong: -0,29%, Tokio: -1,03%.
EUROPA: trabalham em baixa de -1,35% na média.
EUA índices futuros: trabalham em baixa de -2,05% na média.





